Ensino médio obrigatório: que impactos?
DOI:
https://doi.org/10.18222/eae214620102015Palabras clave:
Ensino Médio, Trabalho, Formação Profissional, Fracasso EscolarResumen
A introdução da obrigatoriedade do ensino médio suscita questões sobre os benefícios e os ônus do prolongamento da escolaridade e da sua distribuição social. Embora os dados estatísticos agregados do Brasil não possam dar respostas às amplas questões de hoje, a exploração das PNADs fornece indícios a investigar. O nível médio de escolaridade da população tem crescido ao mesmo tempo em que aumentam as exigências do trabalho, mas alguns dados sugerem a ocorrência da inflação educacional. Por outro lado, as escolas tendem significativamente a perder alunos para o trabalho e para a concomitância deste com o estudo, a partir dos 14-15 anos. Em face do atraso escolar, os jovens, apesar da sua persistência, enfrentam a competição crescente com o trabalho, a falta de atratividade do ensino médio, o elevado nível de fracasso na primeira série e a escassa participação da educação profissional. Esse quadro sugere cautela, em razão da implantação da obrigatoriedade, em particular quanto aos jovens socialmente menos favorecidos. Assim, à necessidade de mudanças do ensino médio em si alia-se o fato de nele desembocarem as questões de qualidade e fracasso escolar acumuladas pelo ensino fundamental.Descargas
Los datos de descargas todavía no están disponibles.
Descargas
Publicado
2010-08-30
Cómo citar
Gomes, C. A. (2010). Ensino médio obrigatório: que impactos?. Estudos Em Avaliação Educacional, 21(46), 319–340. https://doi.org/10.18222/eae214620102015
Número
Sección
Avaliação de Impacto
Licencia
a. Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación.
b. Todos los trabajos están licenciados bajo la Licencia Creative Commons Attribution, que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría.
Hasta 2024, Estudos em Avaliação Educacional adoptó la licencia Creative Commons Atribución-NoComercial (CC BY-NC) para sus publicaciones. Para los textos publicados a partir de 2025, utilizará la licencia Creative Commons Atribución (CC BY), en consonancia con los principios de la Ciencia Abierta.





