Vergonha e práticas avaliativas.
DOI:
https://doi.org/10.18222/eae173420062119Palabras clave:
Avaliação, Relação Professor-Aluno, Construção Do “Valor De Si”, VergonhaResumen
Tendo por objetivo conhecer os sentidos produzidos pelos alunos sobre a avaliação escolar, parti de minha experiência como professora e coordenadora do Ensino Fundamental para observar as relações que se estabelecem entre professores e alunos e entre alunos e alunos. A pesquisa foi dividida em duas partes: na primeira, encontra-se o relato de situações cotidianas nas quais pais, professores e alunos protagonizam conflitos que envolvem a avaliação escolar. Na segunda, alunos do 4º ano do Ensino Fundamental produzem sentidos sobre a avaliação escolar durante entrevistas. Para analisar as situações e as entrevistas utilizei concepções desenvolvidas por estudiosos do cotidiano escolar, entre eles José Mario Azanha e Marli André. Além disso, as idéias de linguagem e de discurso apresentadas por Mikhail Bakhtin e revistas por Mary Jane Spink foram essenciais para o desvelamento dos discursos infantis. Dentre outras coisas, foi possível encontrar, nas vozes dos alunos, o desenvolvimento do sentimento de vergonha, e esse é o tema principal deste artigo. Para isso, o estudo de Yves de La Taille sobre a vergonha e sua relação com a construção do “valor de si” foi um dos principais referenciais teóricos utilizados.Descargas
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Publicado
2006-08-30
Cómo citar
Cortese, B. P. (2006). Vergonha e práticas avaliativas. Estudos Em Avaliação Educacional, 17(34), 95–128. https://doi.org/10.18222/eae173420062119
Número
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Artículos
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