Avaliação formativa: ensaio de uma arqueologia.
DOI:
https://doi.org/10.18222/eae02920042158Palavras-chave:
Avaliação Formativa, Estruturalismo, Sistemismo, TecnicismoResumo
Neste texto ensaia-se a elaboração de uma arqueologia do discurso da avaliação formativa, considerando-se os enunciados mais recorrentes no âmbito da escola pública do Estado do Rio de Janeiro. A intenção é dar visibilidade às unidades deste discurso em termos de continuidade entre suas irrupções, bem como examinar a existência de um discurso que seja o mesmo em qualquer acepção, e investigar a que tipos de leis obedecem e se correspondem de fato à avaliação formativa. Foram considerados os enunciados presentes no estruturalismo, nos sistemas cibernéticos e no tecnicismo. O esforço empreendido revela a dispersão existente e as possíveis opções de filiações metodológicas, recomendando-se que qualquer prática de avaliação formativa seja precedida de muita cautela e sejam aprofundadas reflexões, em função de seu tom conservador e da falta de alternativas ao desenvolvimento das teorias de currículo pós-críticas e de por em xeque o poderDownloads
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Publicado
30-06-2004
Como Citar
Gama, Z. (2004). Avaliação formativa: ensaio de uma arqueologia. Estudos Em Avaliação Educacional, (29), 49–66. https://doi.org/10.18222/eae02920042158
Edição
Seção
Artigos
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