¿Quién le teme al profesor? Discurso de odio dirigido a docentes en el espacio virtual
Palabras clave:
Odio, Profesores, Análisis del Discurso , Espacio VirtualResumen
El artículo propone analizar, a la luz del marco teórico-metodológico del análisis del discurso pecheutiano, la forma en que el lugar discursivo del sujeto-profesor se ha (re)posicionado a partir de narrativas de odio producidas en el espacio virtual. Los análisis muestran la producción de efectos de animalización y demonización de la posición que aquí llamamos docente-educador, que opera el discurso para justificar tanto la violencia contra esta posición como su exterminio, ya que se proyecta como una figura abyecta, indigna y dañina. El ejercicio analítico realizado constituye un gesto problematizador de la coyuntura contemporánea, buscando (d)enunciar las prácticas por las cuales la categoría docente ha sido estigmatizada y desacreditada en un momento socio-histórico de creciente ultraconservadorismo y afirmación de odio.
Descargas
Citas
Brandão, H. (2004). Introdução à análise do discurso. Editora da Unicamp.
Brugger, W. (2007). Proibição ou proteção do discurso do ódio? Algumas observações sobre o direito alemão e o americano. Revista de Direito Público, 4(15), 117-136. https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/1418
Cazarin, E., & Menezes, E. (2016). A marcha pela liberdade e o ódio de classe. In E. Grigoletto, & F. De Nardi (Orgs.), A análise do discurso e sua história: Avanços e perspectivas. Pontes.
Cortes, G. R. de O. (2015). Do lugar discursivo ao efeito-leitor: A movimentação do sujeito no discurso em Blogs de Divulgação Científica [Tese de Doutorado em Letras, Universidade Federal de Pernambuco]. Attena. Repositório Digital da UFPE. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13933
Escola sem Partido Oficial. (2016, 28 de março). Chefe da militância disfarçada de docência CONVOCA. [Imagem anexada] [Postagem no Feed]. Facebook. https://www.facebook.com/escolasempartidooficial
Escola sem Partido Oficial. (2017, 26 de abril). A doutrinação se dá no segredo de sala de aula. [Imagem anexada] [Postagem no Feed]. Facebook. https://www.facebook.com/escolasempartidooficial
Escola sem Partido Oficial. (2017, 30 de agosto). Não dê moleza para o abusador disfarçado de professor. [Imagem anexada] [Postagem no Feed]. Facebook. https://www.facebook.com/ escolasempartidooficial
Escola sem Partido Oficial [@escolasempartidooficial]. (2017, 15 de outubro). Parabéns aos professores de verdade! [Imagem] Instagram. https://www.instagram.com/p/BaSC9tIFNPq/?utm_ medium=copy_link
Escola sem Partido Oficial [@escolasempartidooficial]. (2019, 9 de outubro). O escola sem partido é uma estaca cravada no coração do vampiro gramsciano que zumbifica a educação brasileira. [Imagem] Instagram. https://www.instagram.com/p/B3a5uIYgVn1/?utm_medium=copy_link
Escola sem Partido Oficial [@escolasempartidooficial]. (2020, 8 de abril). A exemplo do que muitas vezes ocorre com as vítimas de sequestros prolongados. [Imagem] Instagram. https://www.instagram.com/p/ B-uQrXppFj5/?utm_medium=copy_link
Escola sem Partido Oficial [@escolasempartidooficial]. (2020, 22 de maio). O petismo é um parasita que se alojou no sistema educacional. [Imagem] Instagram. https://www.instagram.com/p/CAfn_ YMJxmQ/?utm_medium=copy_link
França, T. A. (2019). Sentidos e funcionamentos do discurso de ódio em espaços do Facebook: uma leitura discursiva [Tese de Doutorado em Letras, Universidade Federal de Pernambuco]. Attena. Repositório Digital da UFPE. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/34039
França, T. A., & Grigoleto, E. (2018). Imagens do/no espaço virtual: Sobre as condições de produção do discurso de ódio no Facebook. In F. V. Silva, & K. F. Abreu. O império do digital: Teoria, análise e ensino. Pedro & João Editores.
Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra.
Giroux, H. (2020). Educação, democracia e neoliberalismo: Uma conversa com Henry Giroux. [Vídeo]. YouTube, Canal Instituto Nutes. https://www.youtube.com/watch?v=lwMY12NKGug
Grigoletto, E. (2011). O discurso nos ambientes virtuais de aprendizagem: Entre a interação e a interlocução. In E. Grigoletto, F. S. De Nardi, & C. R. Schons (Orgs.), Discursos em rede: Práticas de (re)produção, movimentos de resistência e constituição de subjetividades no ciberespaço. Editora da UFPE.
Indursky, F. (2018, 28 de agosto). O mal-estar na política e na cultura. [Vídeo]. YouTube, Canal Unisul Digital. https://www.youtube.com/watch?v=VSEYDhIJl4U&t=558s
Lévy, P. (1996). O que é virtual? Editora 34.
Maringoni, G. (2016, 28 de março). As democracias passam por um momento muito difícil (entrevista com André Singer). Desafios do desenvolvimento, 86. http://www.ipea.gov.br/desafios/index. php?option=com_content&view=article&id=3231&catid=30
Masschelein, J., & Simons, M. (2013). Em defesa da escola: Uma questão pública (2a ed.). Autêntica.
Orlandi, E. (2009). Historicidade, indivíduo e sociedade: o sujeito na contemporaneidade. In F. Indursky, M. C. L. Ferreira, & S. Mittman (Orgs.). O discurso na contemporaneidade: Materialidades e fronteiras. Claraluz.
Pêcheux, M. (2014). Análise automática do discurso (AAD-69). In F. Gadet, & T. Hak (Orgs.), Por uma análise automática do discurso: Uma introdução à obra de Michel Pêcheux (5a ed.). Editora da Unicamp. Originalmente publicado em 1969.
Pêcheux, M., & Fuchs, C. (2014). A propósito da análise automática do discurso: Atualizações e perspectivas. In F. Gadet, & T. Hak (Orgs.), Por uma análise automática do discurso: Uma introdução à obra de Michel Pêcheux (5a ed.). Editora da Unicamp. Originalmente publicado em 1975.
Rancière, J. (2014). O ódio à democracia.
Boitempo. Rego, P. L. (2014). Caminhos da desumanização: Análises e imbricamentos conceituais na tradição e na história ocidental [Dissertação de Mestrado, Universidade de Brasília]. Repositório Institucional da UnB. https://repositorio.unb.br/handle/10482/17549
Santos, B. M. de S. (2018). A educação brasileira entre a asfixia e a resistência: Política de significação dos movimentos Escola sem Partido e Professores contra o Escola sem Partido [Dissertação de Mestrado em Linguagem e Ensino]. Universidade Federal de Campina Grande.
Sémelin, J. (2009). Purificar e destruir: Usos políticos dos massacres e dos genocídios. Difel.
Silva, R. L da, Nichel, A., Martins, A. C. L., & e Borchardt, C. K. (2011). Discurso de ódio em redes sociais: Jurisprudência brasileira. Revista Direito GV, 7(2), 445-467. https://www.scielo.br/j/rdgv/a/ QTnjBBhqY3r9m3Q4SqRnRwM/?lang=pt&format=pdf
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Bruna Maria de Sousa Santos, Washington Silva de Farias

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los autores que publican en esta revista concuerdan con los siguientes términos:
a. Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo licenciado, simultáneamente, bajo la Licencia Creative Commons Attribution que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría y publicación inicial en esta revista.
b. Los autores tienen autorización para asumir, separadamente, contratos adicionales, para distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicada en esta revista (ej.: publicar en repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de la autoría y publicación inicial en esta revista.
c. Los autores tienen autorización y son estimulados para publicar y distribuir sus trabajos on-line (ej.: en repositorios institucionales o en su respectiva página personal en la Internet) en cualquier fecha antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar modificaciones productivas, así como aumentar el impacto y las citas del trabajo publicado (Véase: El Efecto del Acceso Libre).






