Evaluación en historia en la educación primaria angoleña: De lo instituido a lo instituyente
DOI:
https://doi.org/10.18222/eae.v36.11524Palabras clave:
Evaluación del Aprendizaje, Enseñanza de Historia, Enseñanza Primaria, Práctica de la EnseñanzaResumen
Se discute la evaluación al servicio del aprendizaje de los alumnos de 5o y 6o año de la educación primaria angoleña según tres ejes (teórico, político-normativo y contextual) con incidencia en la asignatura de historia. El estudio tuvo como objetivo el análisis de conceptos y prácticas de evaluación en la enseñanza de esta materia, a la luz de enfoques promotores del papel de la evaluación al servicio del aprendizaje. Se utilizó el paradigma metodológico interpretativo, utilizando análisis documental, entrevistas, observación de clases, y un diseño de estudio de caso. Los resultados indican una fuerte discrepancia entre lo instituido y el instituyente, el primero orientado hacia perspectivas más actuales que el segundo. Se sugiere una inversión en la formación de profesores de educación primaria en Angola en el ámbito de la evaluación.
Descargas
Citas
Afonso, M. (2019). Saberes e experiências curriculares em Angola: Bases teóricas, resultados e perspetivas de mudança. In Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação (Inide) (Org.), Jango de saberes e experiências curriculares, 2019 (Angola, Brasil, Moçambique e Portugal) (pp. 20-49). Mensagem.
Afonso, M. (2022). Pecados mortais no ensino, na avaliação e na aprendizagem: Reflexões para as mudanças necessárias. Mensagem.
Afonso, M., & Agostinho, S. (2019). Avaliando processos e resultados em contexto escolar: Perspectivas teóricas, práticas e desafios. Moderna.
Alfredo, F. C., & Tortella, J. C. B. (2013). Avaliação da aprendizagem: Concepções e prática na formação de professores em Angola. Estudos em Avaliação Educacional, 24(55), 246-271. https://doi.org/10.18222/eae245520132726 DOI: https://doi.org/10.18222/eae245520132726
Amado, J. (2017). A investigação em educação e seus paradigmas. In J. Amado (Coord.), Manual de investigação qualitativa em educação (3a ed., pp. 21-73). Imprensa da Universidade de Coimbra. DOI: https://doi.org/10.14195/978-989-26-1390-1
Barca, I. (2006). Narrativas históricas de alunos em espaços lusófonos. In I. Barca (Org.), Educação e consciência histórica na era da globalização (pp. 7-27). Centro de Investigação em Educação (Cied); Universidade do Minho.
Berlak, H. (1992). Toward the development of a new science of educational testing and assessment. In H. Berlak, F. M. Newmann, E. Adams, D. A. Archbald, T. Burgess, J. Raven, & T. A. Romberg (Eds.), Toward a new science of educational testing and assessment (pp. 181-206). State University of New York Press.
Bogdan, R., & Biklen, S. (1994). Investigação qualitativa em educação: Uma introdução à teoria e aos métodos. Porto.
Bound, D. (2000). Sustainable assessment: Rethinking assessment for the learning society. Studies in Continuing Education, 22(2), 151-167. https://doi.org/10.1080/713695728 DOI: https://doi.org/10.1080/713695728
Breganha, M. da G., Costa, N., & Lopes, B. da S. (2018). Formação contínua de professores de física em Angola: Inovar pela avaliação dos alunos. Comunicações, 26(2), 277-294. DOI: https://doi.org/10.15600/2238-121X/comunicacoes.v26n2p277-294
Chimbanlandongo, O. (2015). Avaliação das aprendizagens na disciplina de física: Do diagnóstico da situação à apresentação de uma proposta para a 10a classe no Instituo Médio Agrário do Tchivinguiro [Dissertação de mestrado]. Instituto Superior de Ciências da Educação da Huíla.
Coutinho, C. P. (2018). Metodologia de investigação em ciências sociais e humanas: Teoria e prática (2ª ed.). Almedina.
Coutinho, C. P., & Chaves, J. H. (2002). O estudo de caso na investigação em tecnologia educativa em Portugal. Revista Portuguesa de Educação, 15(1), 221-243. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=37415111
Decreto executivo n. 16, de 1 de outubro de 2020. (2020). Luanda, Angola. https://pt.scribd.com/document/523440423/DECRETO-EXECUTIVO-N-o16-2020-1
Emanuel, V. (2021). Disciplina de história no ensino primário angolano: Do currículo instituído e implementado à apresentação de propostas de melhoria [Tese de doutorado, Universidade de Aveiro]. Repositório Institucional da Universidade de Aveiro (RIA). http://hdl.handle.net/10773/31520
Esteban, M. T. (2003). Pedagogia de projectos: Entrelaçando o ensinar, o aprender e o avaliar à democratização do cotidiano escolar. In J. F. da Silva, J. Hoffmann, & M. T. Esteban (Orgs.), Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: Em diferentes áreas do currículo (3a ed., pp. 83-94). Mediação.
Fernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Texto Editores.
Fernandes, D. (2005). Avaliação das aprendizagens: Desafios às teorias, práticas e políticas. Texto Editores.
Fernandes, D. (2006). Para uma teoria da avaliação formativa. Revista Portuguesa de Educação, 19(2), 21-50. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=37419203
Fusch, P., Fusch, G. E., & Ness, L. R. (2018). Denzin’s paradigm shift: Revisiting triangulation in qualitative research. Journal of Sustainable Social Change, 10(1), 19-32. https://doi.org/10.5590/JOSC.2018.10.1.02 DOI: https://doi.org/10.5590/JOSC.2018.10.1.02
Gipps, C. (1994). Beyond testing: Towards a theory of educational assessment. Routledge.
Gipps, C., & Stobart, G. (2003). Alternative assessment. In T. Kellaghan, D. L. Stufflebeam, & L. A. Wingate (Eds.), International handbook of educational evaluation (pp. 549-575). Springer. DOI: https://doi.org/10.1007/978-94-010-0309-4_33
Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação (Inide), & Ministério da Educação (MED). (2004). Sistema de avaliação das aprendizagens. Editora das Letras.
Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação (Inide), & Ministério da Educação (MED). (2019a). Plano curricular da educação pré-escolar e ensino primário. Moderna.
Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação (Inide), & Ministério da Educação (MED). (2019b). Plano curricular do pré-escolar e ensino primário. Moderna.
Lagarto, M. de J. S. (2016). Desenvolver e avaliar competências em história: Um estudo com professores do 3o ciclo do ensino básico [Tese de doutorado, Universidade do Minho]. RepositoriUM. https://hdl.handle.net/1822/48700
Lee, P. (2006). Em direção a um conceito de literacia histórica. Educar em Revista, (especial), 131-150. https://doi.org/10.1590/0104-4060.403 DOI: https://doi.org/10.1590/0104-4060.403
Lei n. 17/16, de 7 de outubro de 2016. (2016). Lei de Bases do Sistema de Educação e Ensino. Diário da República, (170), Série 1, p. 3993-4013, Luanda, Angola. https://files.lex.ao/assembleia-nacional/2016/lei-n-o-17-16-de-07-de-outubro/download/lei-n-o-17-16-de-07-de-outubro_assembleia-nacional_lex-ao.pdf
Lopes, J. B., Viegas, C., & Pinto, A. (Eds.). (2018). Melhorar práticas de ensino de ciências e tecnologia: Registar e investigar com narrações multimodais. Sílabo.
Luckesi, C. C. (2008). Avaliação da aprendizagem escolar: Estudos e proposições (19a ed.). Cortez.
Miguel, K. da S., Justina, L. A. D., & Ferraz, D. F. (2022). As gerações presentes nos estudos relacionados à avaliação da aprendizagem: Questões teóricas e práticas. Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, 18(41), 255-280. http://dx.doi.org/10.18542/amazrecm.v18i41.13543 DOI: https://doi.org/10.18542/amazrecm.v18i41.13543
Ministério da Educação (MED). (1984). Sistema nacional de avaliação para o ensino geral. MED.
Ministério da Educação (MED). (1985). Metodologia do ensino da história. Centro de Investigação Pedagógica.
Moreira, C. R. B. S., & Vasconcelos, J. A. (2007). Didática e avaliação da aprendizagem no ensino de história. Ibpex.
Morgado, J. (2016). As quatro gerações de avaliação. Ozarfaxinars, (56). https://www.site.cfaematosinhos.eu/JM_Quatro_geracoes_avaliacao.pdf
Pacheco, J. A. (2014). Currículo, aprendizagem e avaliação. In J. C. Morgado, & A. D. Quitembo (Orgs.), Currículo, avaliação e inovação em Angola: Perspetivas e desafios (pp. 65-74). Ondjiri.
Pina-Oliveira, A. A., Germani, A. C. C. G., & Chiesa, A. M. (2016). A análise documental na avaliação de práticas educativas em saúde. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, 14(1), 122-131. https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=5344030 DOI: https://doi.org/10.5892/ruvrd.v14i1.2441
Schmidt, M. A., & Cainelli, M. (2004). Ensinar história. Scipione.
Scriven, M. (1967). The methodology of evaluation. In R. W. Tyler, R. M. Gagné, & M. Scriven (Eds.), Perspectives of curriculum evaluation (pp. 39-83). Rand McNally & Company.
Scriven, M. (1973). The metodology of evaluation. In B. R. Worthen, & J. R. Sanders, Educational evaluation: Theory and practice (pp. 319-328). Wadsworth.
Simão, D., Costa, N., Lopes, B., & Agostinho, S. (2019). Avaliação das aprendizagens em educação laboral: Conceções de professores angolanos. Estudos em Avaliação Educacional, 30(75), 852-877. https://doi.org/10.18222/eae.v30i75.6849 DOI: https://doi.org/10.18222/eae.v30i75.6849
Stake, R. E. (2007). A arte da investigação com estudos de caso. Fundação Calouste Gulbenkian.
Vasconcellos, C. dos S. (2014). Avaliação classificatória e excludente e a inversão fetichizada da função social da escola. In C. de O. Fernandes (Org.), Avaliação das aprendizagens: Sua relação com o papel social da escola. Cortez.
Vilelas, J. (2017). Investigação: O processo de construção do conhecimento (2a ed.). Edições Sílabo.
Wiggins, G. (1989). Educative assessment. Jossey-Bass.
Yin, R. K. (2015). Estudo de caso: Planejamento e métodos (5a ed.). Bookman.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Vita Emanuel, Nilza Costa

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
a. Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación.
b. Todos los trabajos están licenciados bajo la Licencia Creative Commons Attribution, que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría.
Hasta 2024, Estudos em Avaliação Educacional adoptó la licencia Creative Commons Atribución-NoComercial (CC BY-NC) para sus publicaciones. Para los textos publicados a partir de 2025, utilizará la licencia Creative Commons Atribución (CC BY), en consonancia con los principios de la Ciencia Abierta.





