ICMS educativo: Variaciones en la definición de equidad en las normativas estatales

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18222/eae.v36.11797

Palabras clave:

Políticas Públicas, Financiamiento, Educación Básica, Equidad

Resumen

Este artículo analiza cómo los estados brasileños operacionalizan el concepto de equidad educativa en sus normativas del ICMS educativo, instituido por la Enmienda Constitucional n. 108 (2020) que hizo permanente el Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação [Fondo de Mantenimiento y Desarrollo de Educación Básica y de Valoración de los Profesionales de Educación] (Fundeb) permanente. La regla determina que al menos el 10 % de la parte municipal de la cuota del impuesto sea distribuida con base en los indicadores de mejora del aprendizaje y aumento de la equidad, definidos por cada estado. A partir del análisis cualitativo de legislaciones aprobadas en 26 estados hasta 2024, son examinadas tres dimensiones: progreso en el aprendizaje, equidad racial y socioeconómica. Los resultados revelan variaciones en el abordaje de la equidad y resaltan la necesidad de fortalecer la regulación nacional, con énfasis en la reducción de las desigualdades educativas, especialmente en lo relacionado con la dimensión racial.

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Biografía del autor/a

Ursula Dias Peres, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo-SP, Brasil

Doutora em Economia pela Fundação Getulio Vargas (FGV), professora de Gestão de Políticas Públicas na USP, pesquisadora do Centro de Estudos da Metrópole (CEM/USP), onde coordena projetos sobre orçamento público e financiamento de políticas públicas.

Yasmin de Sousa Pinheiro, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo-SP, Brasil

Graduada em Gestão de Políticas Públicas (EACH/USP), especialista em Gestão Pública (Insper) e mestranda em Ciência Política (DCP/USP). É pesquisadora júnior no Centro de Estudos da Metrópole (CEM/USP).

Lauana Simplicio Pereira, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo-SP, Brasil

Graduada em Gestão de Políticas Públicas (EACH/USP), mestranda em Ciência Política (DCP/USP) e pesquisadora no Centro de Estudos da Metrópole (CEM/USP).

Gabriel Santana Machado, Fundação Getulio Vargas (FGV), São Paulo-SP, Brasil

Doutorando e mestre em Administração Pública e Governo (FGV/EAESP). Bacharel em Gestão de Políticas Públicas (EACH/USP). Bolsista Fapesp e pesquisador júnior do Centro de Estudos da Metrópole (CEM). Pesquisador do Brazilian Policy Agendas Project (BPAP).

Rony Cardoso de Souza, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo-SP, Brasil

Mestrando e graduado em Gestão de Políticas Públicas pela USP.

Cristiane Branco Capuchinho, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo-SP, Brasil

Graduada em Jornalismo e em Ciências Sociais (USP), mestre em Gestão de Políticas Públicas (EACH/USP) e doutoranda em Ciência Política (DCP/USP). É pesquisadora júnior no Centro de Estudos da Metrópole (CEM/USP).

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Publicado

2025-10-09

Cómo citar

Peres, U. D., Pinheiro, Y. de S., Pereira, L. S., Machado, G. S., Souza, R. C. de, & Capuchinho, C. B. (2025). ICMS educativo: Variaciones en la definición de equidad en las normativas estatales. Estudos Em Avaliação Educacional, 36, e11797. https://doi.org/10.18222/eae.v36.11797

Número

Sección

Indicadores Sintéticos en la Evaluación de la Educación Básica